quinta-feira, 25 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Depressão
A depressão pode ser considerada como o último estágio da dor humana. Ela é mais intensa do que a dor da fome, pois uma pessoa faminta tem apetite preservado, enquanto algumas pessoas deprimidas podem, mesmo diante de uma mesa farta não ter apetite nem o desejo de viver. Frequentemente, só compreende a dimensão da dor da depressão quem já passou por ela (Cury, 2005).
Afeta milhões de pessoas, causando sofrimento humano, comprometimento econômico e social. A fisiopatogenia da depressão está envolvida com muitos fatores, entre os mais comuns estão o estresse, alterações de humor, alterações cognitivas, psicomotoras e vegetativas, portanto para o tratamento da depressão devem ser considerados os aspectos biológicos, psicológicos e sociais de cada paciente.
A medicina tem avançado muito no aspecto de terapias complementares, sendo cada vez mais comum a parceria entre diferentes áreas do conhecimento com o objetivo de solucionar problemas. Segundo Spethmann (2004), o homem vive cercado de remédios naturais e não sabe. A natureza é riquíssima em recursos medicinais proporcionando ao homem a oportunidade de cura.
De acordo com a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) qualquer doença ou problema psicológico que se manifesta em campo físico é somente um desequilíbrio em nosso corpo energético. Saber diferenciar as Síndromes Energéticas e fazer a escolha correta de uma terapia natural é essencial para que se obtenha sucesso no tratamento.
Por esse motivo que trouxemos a Foz do Iguaçu tratamentos diferenciados e naturais capaz de promover a saúde, o bem estar da mente, do corpo e das emoções. Dentre as terapias que trazem resultados promissores perante a temida Depressão, destacam-se: Acupuntura, Aromaterapia, Reflexologia, Cromoterapia, Florais de Bach, Fitoterapia e Massoterapia.
De acordo com a Naturóloga especialista em Acupuntura Alyni D. Peron, as terapias serão escolhidas de acordo com a necessidade de cada paciente.
Agende uma avaliação gratuita para o esclarecimento de suas dúvidas,
Naturóloga especialista em Acupuntura,
Alyni D. Peron
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Atendimento Online - msn: acupunturafoz@hotmail.com

Atendimento online dedicado aos pacientes e futuros pacientes que precisam sanar suas dúvidas sobre Acupuntura & Práticas Naturais!
Ótimos resultados em Fibromialgia, dores de cabeça, insônia, depressão, cansaço, menopausa, ansiedade, etc.
Quais práticas naturais? Florais de Bach, Aromaterapia, Cromoterapia, Geoterapia, Fitoterapia (plantas medicinais), etc.
Obs: Não realizo consultas online!! Este contato serve apenas para *dúvidas *agendamento de consultas.
msn/email: acupunturafoz@hotmail.com
Aguardo seu contato.
Atenciosamente,
Alyni D. Peron
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Acupuntura pode ajudar a combater a celulite e a gordura localizada

Técnica com agulhas consegue atingir a causa dos problemas e eliminá-los de vez
Em alguns casos, tratamento estético costuma ser sinônimo de sofrimento. Vermelhidão, descamação da pele, longos períodos de cicatrização e recuperação. O que poucas pessoas sabem é que a acupuntura estética pode fornecer o mesmo resultado que outros tratamentos de uma forma eficaz, praticamente indolor e livre de efeitos colaterais.
Técnica é uma das formas de tratamento da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) que vem se tornando forte aliada no tratamento de problemas como celulite, gordura localizada e até obesidade. A principal diferença dos tratamentos comuns, além de não necessitar de tempo de recuperação, é que a acupuntura trabalha com todo o corpo.
"Os problemas estéticos normalmente têm ligação com o desequilíbrio da energia de órgãos internos", afirma a dermatologista e acupunturista Miriam Sabino.
O tratamento contra a celulite e a gordura localizada consiste na aplicação de finíssimas e pequenas agulhas de metal em pontos específicos (chamados “acupontos”) na pele. Dessa forma é possível prevenir e tratar doenças, dores ou outras desordens do corpo atuando inclusive na causa e não somente nos sintomas do problema.
Existem outros recursos terapêuticos complementares no tratamento da acupuntura como: auriculoterapia (estimulação de pontos na orelha através de esferas, agulhas e sementes), laser, eletroacupuntura, talassoterapia (uso de algas), moxabustão (erva artemísia) e produtos naturais como pó de pérola e calêndula.
Os benefícios da acupuntura incluem melhora da circulação linfática e sanguínea, aumenta da oxigenação dos tecidos e diminuição da flacidez local. Os resultados são obtidos de um a dois meses e estão relacionados ao grau e extensão da celulite, sedentarismo, uso de medicamentos, obesidade, estresse e fatores hormonais.
Fonte: abril.com/saúde
Pierre recorre à acupuntura para fugir de cirurgia no pé direito
Pierre se rendeu à medicina oriental. Com dores crônicas na sola do pé direito, fruto de uma fascite plantar, o jogador tem recorrido à acupuntura para encontrar uma solução para o problema. A maior preocupação do volante do Palmeiras é evitar uma cirurgia no pé direito, o que o deixaria afastado dos gramados. Com o tratamento alternativo, ele sente as dores diminuírem e a esperança aumentar.
"O professor (Luiz Felipe Scolari) me tirou de alguns treinos e o departamento médico tem feito trabalhos à parte comigo. É uma dor que me incomoda há muito tempo. Tenho feito tratamentos alternativos para voltar a ser aquele Pierre de antes" , disse o jogador, que viu o problema piorar ainda no início de junho, antes da pausa para a disputa da Copa do Mundo da África do Sul.
"A dor surgiu com o tempo. No começo do ano, mandei fazer uma palmilha especial, que é com a qual jogo até hoje, e a dor sumiu. Mas, com o passar do tempo, ela não deu mais jeito. Agora chego antes aos treinos, faço tratamento, fui em um especialista e estou fazendo acupuntura para me recuperar", afirmou o atleta, que sofre principalmente para frear as corridas e para girar no gramado - movimentos que forçam o pé.
O jogador aceita enfiar agulhas na sola direita só para não ter que enfrentar a mesa de operações. "É um trabalho à parte que estou fazendo e já houve uma boa melhora. Estou feliz em estar me recuperando e espero não ter que fazer algum tipo de cirurgia", afirmou. Pierre ainda se disse "limitado" por conta das dores, que o incomodam também longe dos gramados.
"Tenho usado muito tênis. A dor vem quando coloco o pé no chão. Sapato, pode esquecer, porque sem dúvida incomoda bastante", complementou o jogador, que voltou a ser titular na última rodada, quando o Palmeiras venceu o Atlético-MG. Nesta quarta-feira, contra o Fluminense, ele deve ganhar nova oportunidade de Felipão para mostrar que está recuperado. A partida está marcada para as 22 horas (de Brasília), no Maracanã.
Fonte: abril.com/ notícias
"O professor (Luiz Felipe Scolari) me tirou de alguns treinos e o departamento médico tem feito trabalhos à parte comigo. É uma dor que me incomoda há muito tempo. Tenho feito tratamentos alternativos para voltar a ser aquele Pierre de antes" , disse o jogador, que viu o problema piorar ainda no início de junho, antes da pausa para a disputa da Copa do Mundo da África do Sul.
"A dor surgiu com o tempo. No começo do ano, mandei fazer uma palmilha especial, que é com a qual jogo até hoje, e a dor sumiu. Mas, com o passar do tempo, ela não deu mais jeito. Agora chego antes aos treinos, faço tratamento, fui em um especialista e estou fazendo acupuntura para me recuperar", afirmou o atleta, que sofre principalmente para frear as corridas e para girar no gramado - movimentos que forçam o pé.
O jogador aceita enfiar agulhas na sola direita só para não ter que enfrentar a mesa de operações. "É um trabalho à parte que estou fazendo e já houve uma boa melhora. Estou feliz em estar me recuperando e espero não ter que fazer algum tipo de cirurgia", afirmou. Pierre ainda se disse "limitado" por conta das dores, que o incomodam também longe dos gramados.
"Tenho usado muito tênis. A dor vem quando coloco o pé no chão. Sapato, pode esquecer, porque sem dúvida incomoda bastante", complementou o jogador, que voltou a ser titular na última rodada, quando o Palmeiras venceu o Atlético-MG. Nesta quarta-feira, contra o Fluminense, ele deve ganhar nova oportunidade de Felipão para mostrar que está recuperado. A partida está marcada para as 22 horas (de Brasília), no Maracanã.
Fonte: abril.com/ notícias
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Resposta do Dr Josimar do Laboratório Hebron e da ABIFINA ao Dr Drauzio - Lamentável entrevista dada à revista Época

Sujando a imagem da pesquisa brasi leira
Nas duas últimas décadas, o Brasil tem se esforçado para desenvolver pesquisas farmacêuticas na área de fitoterápicos, à revelia de qualquer apoio público de pesquisa científica. Não se pode esquecer que países europeus, como a Alemanha, saíram na frente com medicamentos nascidos de plantinhas de nossas florestas. Por lá, parece mais fácil entender que manter acesas linhas de pesquisas em fármacos e medicamentos faz parte de um plano de soberania. Por aqui, vivemos de pastos e manadas, apenas.
Houve um momento recente na História do país que os órgãos envolvidos em subvencionar, aprovar e patentear o resultado das pesquisas brasileiras em fármacos e medicamentos fitoterápicos, simplesmente, faziam-se de esquecidos e desinteressados, rigorosos a ponto de nem mesmo aceitar estudos realizados por universidades federais. Isso um dia tem de ser contado de forma mais transparente, citando os impedidores e seus chefes como desarticuladores da indústria farmacêutica nacional, por um lado, desorganizadores da pesquisa nas universidades e fundações a partir de plantas de nossas florestas, por outro lado. E, enfim, como inibidores da soberania nacional em área que não deveríamos descuidar nem por um segundo.
Fazer o quê, se as vozes escutadas são sempre a de falsos profetas e doutos generalistas que, uma vez na mídia, ocupam-se do lugar de autoridade e aí, adeus anos, décadas de esforços, ações, pesquisas. Suja a imagem da pesquisa nacional e se refestela ao chamar todos de conspiradores. De forma clara, refiro-me aos comentários impertinentes e desavisados que o médico oncologista Drauzio Varella - autor e apresentador de sucesso, por seus livros, artigos na imprensa e participações no programa dominical Fantástico – costuma fazer sobre medicamentos fitoterápicos.
Estou certo que para levar a cabo seus comentários, deveria consultar alguns colegas que há muito tempo somam esforços para fazer valer a importância do que há em nossas matas e o resultado científico disso como fármacos e medicamentos. Ao consultar alguns deles, percebi que o médico Drauzio Varella tira conclusões próprias e apressadas. Ou, muito provavelmente, faz consultas a pessoas que jamais tiveram sensibilidade com as pesquisas brasileiras com fitoterápicos.
O resultado pode-se ver, também, na série É bom para quê?, que estreia neste domingo, dia 29, no Fantástico, que a Rede Globo exibe às 20h50, e que terá quatro episódios, e na entrevista ao site da revista Época, na coluna da jornalista Cristiane Segatto, publicada no dia 13 de agosto, acentuada de que fez “ampla investigação sobre ervas e fitoterápicos”, “levantou evidências científicas relacionadas às ervas mais usadas no Brasil” e mergulhou “no mundo obscuro dos fitoterápicos”. Ao final de sua série e de sua entrevista, qualquer um pode se perguntar a quem ele se prestou defender com vastas observações aleatórias e imprecisas. Todavia, concluiu que “os brasileiros estão sendo enganados”. Vamos, então, viajar em algumas destas surpreendentes afirmações do médico Drauzio Varella.
O médico diz que o Ministério da Saúde criou uma medicina para pobres ao incluir oito medicamentos fitoterápicos em sua cesta de distribuição pelo SUS. “ (...) plantas que não têm atividade demonstrada cientificamente. Quando dizem que determinada planta tem atividade isso significa que em tubo de ensaio ela demonstrou ter determinada ação. Mas isso não basta. Para ter ação comprovada em seres humanos, falta muita coisa”, disse Drauzio Varella. E fataliza que quer mostrar que os fitoterápicos “têm de ser estudados. Têm de ser submetidos ao mesmo escrutínio ao qual medicamentos comuns são submetidos. Essas coisas são jogadas para o público sem passar por estudo nenhum”.
Ele se refere a: 1) Aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi), 2) Alcachofra (Cynara scolymus L.), 3) Cáscara sagrada (Rhamnus purshiana D.C.), 4) Garra do diabo (Harpagophytum procumbens D.C.), 5) Guaco (Mikania glomerata Spreng.), 6) Soja (Glycine Max), 7) Unha de gato (Ficus pumila), 8) Espinheira-santa (Maytenus ilicifolia). Para facilitar a vida de Dr. Varella, cito os estudos relativos ao “Uso da Aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi) para Tratamento de Infecções Vaginais” e “Tratamento da vaginose bacteriana com gel vaginal de aroeira Schinus terebinthifolius Raddi KRONEL” (Luiz Carlos Santos e Melania Maria Amorim, do Instituto Materno-Infantil de Pernambuco (IMIP) / Centro de Atenção à Mulher (CAM), referências no Brasil).
O médico Dráuzio Varella não sabe o que diz. Não sabe mesmo. Como se diz por aí, não sabe da missa um terço. Não sabe os rigores da ANVISA, bem mais rigorosa na aprovação de medicamentos que sua coirmã europeia e a americana. Se soubesse disso, saberia que há registros de fitomedicamentos similares aos nossos na Europa e Estados Unidos, enquanto nós, brasileiros, não conseguimos esses registro no país, tampouco patenteá-los.
O argumento de que os fitomedicamentos não têm validade por estarem na ANVISA registrados como alimentos é uma falácia, para não dizer ignorância do processo histórico das pesquisas com fitoterápicos no Brasil e a luta travada com os órgãos de registro. Para dar algum conhecimento a quem precisa de algum, a maioria dos estudos brasileiros com fitoterápicos, cumprindo todos os requisitos internacionais de pesquisa clínica, são colocados em um fila interminável de espera e exigências. Resta aos laboratórios, em parceria com centros de pesquisas, recorrerem à intermediação da justiça para fazerem o medicamento incluir-se em algum lugar de validade.
O Dr.Varella diz: “se eu tivesse autoridade [para proibir os fitoterápicos], mandaria recolher do mercado todos os fitoterápicos cuja eficácia não tenha sido demonstrada cientificamente”. E adverte que, pensando assim, alguém dirá que ele fala em nome dos grandes laboratórios. Sugere que - fora ele que imagina um complô fitomedicaperigoso contra a saúde pública - quem pensar que ele pensa assim faz parte de uma teoria da conspiração.
Não acho. Acho que Dr. Varella não sabe nada das pesquisas brasileiras sobre fitoterápicos e é uma lástima que chegue a ele tanto dinheiro para maldizer os esforços brasileiros de pesquisa, confundindo – valha-me, Deus! - medicamentos com chazinhos. Seu desejo autoritário, contudo, para seu conhecimento, sempre se manteve no país e, provavelmente, para seu conhecimento, é um dos fatores mais atuantes para o entrave das pesquisas nacionais no aproveitamento das nossas riquezas naturais.
São os “doutores” Varella brasileiros, que pensam - por ignorarem coisas como Boas Práticas de Fabricação e Programas de Bioequivalência, em uso no país - que não ajudam o Brasil a ter condições de produzir e patentear medicamentos a partir de seu potencial. É o mesmo tipo que diz que tiraria do mercado esse ou aquele medicamento, provavelmente, porque foi ao lugar errado para saber das pesquisas com fitomedicamentos no país. Felizmente, o poder deles é bem limitado. Felizmente e para nossa segurança.
O Dr. Varela está sendo no mínimo deseducado, além de mal informado, com uma gama quase inumerável de mestres, doutores e pós-doutores nas áreas de química de produtos naturais, farmacêuticos, químicos, médicos; de industriais sérios, de centros de pesquisas sérios que há anos estão querendo trazer o Brasil para o andar de cima.
Mas existe gente como o Dr. Varela querendo puxar o Brasil para o andar de baixo.
Chega Dr. Varela, acorde, o Brasil mudou, o senhor também deve mudar com os que querem ver o Brasil no andar de cima.
Quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Josimar Henrique é Presidente da Hebron Farmacêutica - www.hebron.com.br e Diretor Temático de Assuntos Parlamentares da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades - ABIFINA - www.abifina.org.br.
E-mail: presidencia@hebron.com.br.
*Josimar Henrique é Presidente da Hebron Farmacêutica - www.hebron.com.br e Diretor Temático de Assuntos Parlamentares da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades - ABIFINA - www.abifina.org.br.
E-mail: presidencia@hebron.com.br.
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